"Regra 5: As grandes fortunas pessoais neste país não foram construídas com base numa carteira de 50 empresas. Foram construídas por alguém que identificou um negócio maravilhoso."
Warren Buffett
Se você fizer uma pesquisa sobre as famílias super-ricas nos Estados Unidos, constatará que, quase sem exceção, suas fortunas foram construídas com base num só negócio excepcional. A família Hearst ganhou seu dinheiro no jornalismo, a família Walton no varejo, a família Wrigley com gomas de mascar, a família Gates com software, e as famílias Coorps e Busch com cerveja. A lista não para, e quase sem exceção, sempre que se desviam daquele negócio maravilhoso que as fez espantosamente ricas, acabam perdendo dinheiro – como quando a Coca-Cola se aventurou no ramo cinematográfico.
A chave do sucesso de
Warren é que ele foi capaz de identificar quais são as características econômicas exatas de um negócio maravilhoso: uma empresa com vantagem competitiva duradoura e que esteja gravada na mente do consumidor. Quando um americano pensa em loja de desconto, pensa na Wal-Mart; em cerveja gelada, pensa no Coors ou na Budweiser. Essa posição privilegiada cria o poderio econômico. Warren aprendeu que, às vezes, a miopia do mercado de ações subestima grosseiramente essas empresas maravilhosas, e, quando isso acontece, ele entra em cena e compra o máximo de ações que pode. A empresa de Warren, a Berkshine Hathaway, é uma coleção de alguns do melhores negócios dos Estados Unidos, todos eles super-rentáveis e comprados quando Wall Street os ignorava.
Fonte: “O Tao de Warren Buffett – Como aplicar a sabedoria e os princípios de investimentos do gênio das finanças em sua vida”, editora Sextante, 2007.
terça-feira, 11 de setembro de 2012
sábado, 18 de agosto de 2012
[15] O Tao de Warren Buffett
"Regra 15: Casar por dinheiro é provavelmente uma má ideia em qualquer circunstância, mas é uma loucura absurda se você já for rico."
Warren Buffett
As pessoas espertas sabem que, se você casar por dinheiro, terá que fazer jus a cada centavo. Portanto, se você já é rico, porque cargas-d’águas vai querer se esforçar tanto? É mais fácil casar por amor e ganhar o dinheiro depois. Foi o que Warren fez com sua esposa, Susie – eles encontraram o amor e depois foram fazer uma fortuna. Além disso, o casal que ganha dinheiro junto costuma ser o casal que permanece junto. E se não permanecer junto, pelo menos terá um monte de dinheiro pelo qual brigar.
(Warren se cala sobre a sabedoria do divórcio.)
Fonte: “O Tao de Warren Buffett – Como aplicar a sabedoria e os princípios de investimentos do gênio das finanças em sua vida”, editora Sextante, 2007.
Warren Buffett
As pessoas espertas sabem que, se você casar por dinheiro, terá que fazer jus a cada centavo. Portanto, se você já é rico, porque cargas-d’águas vai querer se esforçar tanto? É mais fácil casar por amor e ganhar o dinheiro depois. Foi o que Warren fez com sua esposa, Susie – eles encontraram o amor e depois foram fazer uma fortuna. Além disso, o casal que ganha dinheiro junto costuma ser o casal que permanece junto. E se não permanecer junto, pelo menos terá um monte de dinheiro pelo qual brigar.
(Warren se cala sobre a sabedoria do divórcio.)
Fonte: “O Tao de Warren Buffett – Como aplicar a sabedoria e os princípios de investimentos do gênio das finanças em sua vida”, editora Sextante, 2007.
sábado, 11 de agosto de 2012
[87] O Tao de Warren Buffett
"Regra 87: O risco advém de você não saber o que está fazendo."
Warren Buffett
No jogo de comprar ações impopulares, se você não tem capacidade de avaliar os fundamentos econômicos de longo prazo da empresa, está se engajando num negócio arriscado. Você não saberá se pagou demais por ela até ser tarde demais. Entender em que você está investindo é o único meio de remover o risco.
Nas palavras de Warren: “Nunca compro nada a não ser que consiga escrever numa folha de papel meus motivos para compra. Posso estar errado, mas eu saberia a resposta para ‘Estou pagando US$ 32 bilhões hoje pela Coca-Cola Company porque...’. Se você não consegue responder essa pergunta, não deve comprar. Se consegue responder a esta pergunta, e o fizer algumas vezes, ganhará montes de dinheiro.” As perguntas nos levam a pensar, mas as respostas nos informam se devemos agir. O segredo não é tanto descobrir o investimento certo, mas saber se você encontrou a resposta certa à pergunta certa.
Fonte: “O Tao de Warren Buffett – Como aplicar a sabedoria e os princípios de investimentos do gênio das finanças em sua vida”, editora Sextante, 2007.
Warren Buffett
No jogo de comprar ações impopulares, se você não tem capacidade de avaliar os fundamentos econômicos de longo prazo da empresa, está se engajando num negócio arriscado. Você não saberá se pagou demais por ela até ser tarde demais. Entender em que você está investindo é o único meio de remover o risco.
Nas palavras de Warren: “Nunca compro nada a não ser que consiga escrever numa folha de papel meus motivos para compra. Posso estar errado, mas eu saberia a resposta para ‘Estou pagando US$ 32 bilhões hoje pela Coca-Cola Company porque...’. Se você não consegue responder essa pergunta, não deve comprar. Se consegue responder a esta pergunta, e o fizer algumas vezes, ganhará montes de dinheiro.” As perguntas nos levam a pensar, mas as respostas nos informam se devemos agir. O segredo não é tanto descobrir o investimento certo, mas saber se você encontrou a resposta certa à pergunta certa.
Fonte: “O Tao de Warren Buffett – Como aplicar a sabedoria e os princípios de investimentos do gênio das finanças em sua vida”, editora Sextante, 2007.
sábado, 4 de agosto de 2012
[57] O Tao de Warren Buffett
"Regra 57: Nunca pergunte ao um barbeiro se você está precisando de um corte de cabelo."
Warren Buffett
Pergunte a um consultor se existe um problema e ele achará um problema – ainda que não exista nenhum. Warrem descobriu que isso se aplica a banqueiros de investimentos, consultores gerenciais, advogados, mecânicos de automóvel, firmas de conservação de jardins e similares. Pessoas pagas para resolver problemas sempre acharão algum para solucionar.
Fonte: “O Tao de Warren Buffett – Como aplicar a sabedoria e os princípios de investimentos do gênio das finanças em sua vida”, editora Sextante, 2007.
Warren Buffett
Pergunte a um consultor se existe um problema e ele achará um problema – ainda que não exista nenhum. Warrem descobriu que isso se aplica a banqueiros de investimentos, consultores gerenciais, advogados, mecânicos de automóvel, firmas de conservação de jardins e similares. Pessoas pagas para resolver problemas sempre acharão algum para solucionar.
Fonte: “O Tao de Warren Buffett – Como aplicar a sabedoria e os princípios de investimentos do gênio das finanças em sua vida”, editora Sextante, 2007.
sábado, 28 de julho de 2012
[3] O Tao de Warren Buffett
"Regra 3: Nunca tenha medo de pedir demais ao vender e oferecer de menos ao comprar."
Warren Buffett
Warren entende que as pessoas se sintam constrangidas quando pedem um preço alto demais ao vender ou oferecem um preço baixo demais ao comprar. Ninguém quer ser visto como ganancioso ou mesquinho. Em termos simples, no mundo dos negócios, a quantia que você obtém com uma venda ou que você tem de pagar ao fazer uma compra determina se você ganha ou perde dinheiro e quão rico acaba se tornando. Uma vez iniciadas as negociações, você pode reduzir o preço de venda ou aumentar o preço de compra. Mas é impossível fazer o contrário.
Warren recusou muitos negócios por não satisfazerem seu critério de preço. Talvez o exemplo mais famoso seja sua compra da ABC à Capital Cities. Warren queria, pelo valor que estava disposto a oferecer, um quinhão maior da empresa do que a Capital Cities estava disposta a conceder – de modo que ele virou as contas e desistiu do negócio. No dia seguinte, a Capital Cities voltou atrás e ofereceu-lhe o que ele queria. Peça e talvez você receba, mas se não pedir...
Fonte: “O Tao de Warren Buffett – Como aplicar a sabedoria e os princípios de investimentos do gênio das finanças em sua vida”, editora Sextante, 2007.
Warren Buffett
Warren entende que as pessoas se sintam constrangidas quando pedem um preço alto demais ao vender ou oferecem um preço baixo demais ao comprar. Ninguém quer ser visto como ganancioso ou mesquinho. Em termos simples, no mundo dos negócios, a quantia que você obtém com uma venda ou que você tem de pagar ao fazer uma compra determina se você ganha ou perde dinheiro e quão rico acaba se tornando. Uma vez iniciadas as negociações, você pode reduzir o preço de venda ou aumentar o preço de compra. Mas é impossível fazer o contrário.
Warren recusou muitos negócios por não satisfazerem seu critério de preço. Talvez o exemplo mais famoso seja sua compra da ABC à Capital Cities. Warren queria, pelo valor que estava disposto a oferecer, um quinhão maior da empresa do que a Capital Cities estava disposta a conceder – de modo que ele virou as contas e desistiu do negócio. No dia seguinte, a Capital Cities voltou atrás e ofereceu-lhe o que ele queria. Peça e talvez você receba, mas se não pedir...
Fonte: “O Tao de Warren Buffett – Como aplicar a sabedoria e os princípios de investimentos do gênio das finanças em sua vida”, editora Sextante, 2007.
sábado, 21 de julho de 2012
[77] O Tao de Warren Buffett
"Regra 77: O fato de que as pessoas possuem ganância, medo ou insensatez é previsível. Quando isso vai se manifestar não é previsível."
Warren Buffett
Warrem sabe que, às vezes, os investidores ficam alucinados por uma ação, e seu preço dispara. Ele também sabe que, outras vezes, as pessoas ficam temerosas demais e depreciam muita uma ação. O que ele não sabe é quando isso ocorrerá – ele só sabe que ocorrerá e, quando acontecer, estará de prontidão para tirar vantagem dos preços baixos que o medo e a insensatez provocam. Evite a ganância e deixe o medo e a insensatez criarem a oportunidade. Essa é a conduta do investidor inteligente.
Um grande exemplo disso foi a compra das ações da Well Fargo por Warren durante uma recessão bancária de 1990. Ninguém queria ações de bancos, porque as pessoas temiam que os prejuízos com empréstimos imobiliários irrecuperáveis deixassem os bancos insolventes. Warrem escolheu aquele que sentiu ter a melhor administração e ser forte o bastante para aguentar a tempestade financeira na época. Investiu cerca de US$ 289 milhões na Wells Fargo, e em oito anos o valor tinha mais do que dobrado.
Fonte: “O Tao de Warren Buffett – Como aplicar a sabedoria e os princípios de investimentos do gênio das finanças em sua vida”, editora Sextante, 2007.
Warren Buffett
Warrem sabe que, às vezes, os investidores ficam alucinados por uma ação, e seu preço dispara. Ele também sabe que, outras vezes, as pessoas ficam temerosas demais e depreciam muita uma ação. O que ele não sabe é quando isso ocorrerá – ele só sabe que ocorrerá e, quando acontecer, estará de prontidão para tirar vantagem dos preços baixos que o medo e a insensatez provocam. Evite a ganância e deixe o medo e a insensatez criarem a oportunidade. Essa é a conduta do investidor inteligente.
Um grande exemplo disso foi a compra das ações da Well Fargo por Warren durante uma recessão bancária de 1990. Ninguém queria ações de bancos, porque as pessoas temiam que os prejuízos com empréstimos imobiliários irrecuperáveis deixassem os bancos insolventes. Warrem escolheu aquele que sentiu ter a melhor administração e ser forte o bastante para aguentar a tempestade financeira na época. Investiu cerca de US$ 289 milhões na Wells Fargo, e em oito anos o valor tinha mais do que dobrado.
Fonte: “O Tao de Warren Buffett – Como aplicar a sabedoria e os princípios de investimentos do gênio das finanças em sua vida”, editora Sextante, 2007.
sábado, 14 de julho de 2012
Entendendo o vício (2/2)
A terapia pode ser um vício?
Nem todo mundo que procura a terapia realmente deseja lidar
com seus verdadeiros sentimentos. O objetivo de algumas pessoas é simplesmente
fazer com que seus problemas desapareçam, sem de fato procurar entende-los.
Quando a terapia é usada desta forma, ela corre o risco de se tornar uma
espécie de droga viciadora. A tentativa de evitar sentimentos difíceis conduz
ao vício, não a genuína expressão deles.
Jesus acreditava que precisamos confiar em Deus. Para ele,
Deus era a fonte suprema de forma e poder para viver a vida. Algumas pessoas
religiosas criticam a terapia acreditando que ela nos afasta de Deus. Em geral,
quem acha isso tem pouca experiência com a terapia ou tentou usá-la como vício.
Descobri que, pelo contrário, as pessoas que se tornam mais maduras e
conscientes através da terapia conseguem aprofundar a sua confiança em Deus e
nos outros com muito mais liberdade.
Para Jesus, não havia conflito entre confiar em Deus e
depender dos outros. Ele dependia dos amigos mais chegados e os estimulava a
depender dele de uma maneira que fortalecia a confiança deles em Deus. A nossa
capacidade de contar com os outros compartilhando os nossos sentimentos mais
íntimos aprofunda a nossa capacidade de ter fé.
Principio Espiritual: “A terapia é um processo de
dependência saudável.”
Ter necessidade não faz de nós pessoas carentes
Jesus encorajava as pessoas a confiarem nele e a contarem
com ele. Ele não encarava a dependência como um problema, mas como algo
necessário para uma vida espiritual realizada. Jesus compreendia que os seres
humanos precisam depender de Deus e dos outros para sobreviver. Tentar ser
totalmente independente significa rejeitar a nossa natureza fundamental. Para
Jesus, a nossa capacidade de ser vulneráveis e escolher a nossa dependência é
que nos conduz à totalidade. Aqueles que recusam a ser dependentes estão apenas
fingindo que têm tudo do que precisam.
Principio Espiritual: “Ter necessidade não nos torna
carentes.”
Como encontrar a serenidade
Desenvolvemos a capacidade de nos acalmar ao sermos tranquilizados
por aqueles que se preocupam conosco. Podem ser os outros, mas podemos ser nós
mesmos quando nos fortalecemos emocionalmente. O motivo pelo qual muitas
pessoas se voltam para os vícios é o fato de nunca terem tido no passado alguém
que as ajudasse a sentir-se seguras, desenvolvendo assim a capacidade de
serenar a si mesmas. Elas usam o vício para se acalmar artificialmente ou para
evitar o medo.
Jesus sabia como encontrar a serenidade: permanecendo ao lado de Deus. Todos estão em busca de segurança e só podemos encontra-la se nos sentirmos protegidos dos perigos existentes na vida. Onde no universo poderíamos encontrar um lugar mais seguro do que ao lado no nosso Criador? Jesus acreditava que só então poderíamos encontrar a paz de espirito. Para ele, aqueles que encontram a verdadeira serenidade nunca estão sozinhos.
Principio Espiritual: “As pessoas verdadeiramente serenas
nunca estão sozinhas.”
A cura é o amor
Os viciados amam os ídolos, mas estes não podem retribuir o
amor. O vício impede o amor de amadurecer. Quando as pessoas escolhem um objeto
como substituto ao amor, o amadurecimento dela é interrompido. Quando os
viciados conseguem renunciar ao seu apego aos ídolos e descobrem a alegria de
se relacionar com pessoas capazes de amá-las ficam maravilhados. Jesus ensinou
que devemos amar e ser amados para amadurecer espiritualmente e que a idolatria
do vício impede que isso ocorra.
Jesus acreditava que o amor é a força mais poderosa do universo. Ele ensinou que Deus é amor e que o amor é a força criativa que supera todos os problemas do mundo. O amor é o ponto central dos ensinamentos de Jesus e é o elemento para a cura do coração humano.
Principio Espiritual: “O amor cura.”
Por que Deus odeia a idolatria
Jesus conhecia o ensinamento do Antigo Testamento: “Não
farás para ti ídolos com a forma de qualquer coisa que exista em cima, nos
céus...” (Êxodos 20:4). Ele falou do ciúme de Deus, não no sentido da
insegurança por medo de perder o seu valor para outra pessoa. Deus quer
proteger o mundo do jeito como o criou e fica indignado diante das tentativas
de alterar a ordem natural do universo.
Jesus ensinou que a imagem visível de Deus na Terra não é uma coisa ou um objeto e sim a capacidade criativa de se relacionar. Deus fica indignado com a idolatria porque ela é uma tentativa de substituir a capacidade divina amorosa dentro de nós por uma “coisa”. Ele nos conferiu a capacidade essencial de nos relacionarmos uns com os outros e com ele. Por conseguinte, a imagem de Deus na Terra não é um objeto que um dia degenera e será destruído, mas a capacidade eterna de se relacionar que transcende o tempo.
Principio Espiritual: “Amar os outros é a expressão visível
de Deus.”
Texto extraído do livro "Jesus, o maior psicólogo que já existiu", escrito por Mark W. Baker, editora Sextante, 2010.
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